Apresentação

Gerar, disseminar e debater informações sobre ALIMENTOS FUNCIONAIS, sob enfoque de Saúde Pública, é o objetivo principal deste Blog produzido no Laboratório de Vida Urbana, Consumo & Saúde - LabConsS da FF/UFRJ, com participação de alunos da disciplina “Química Bromatológica” e com apoio e monitoramento técnico dos bolsistas e egressos do Grupo PET-Programa de Educação Tutorial da SESu/MEC.

Recomenda-se que as postagens sejam lidas junto com os comentários a elas anexados, pois algumas são produzidas por estudantes em circunstâncias de treinamento e capacitação para atuação em Assuntos Regulatórios, enquanto outras envolvem poderosas influências de marketing, com alegações raramente comprovadas pela Ciencia. Esses equívocos, imprecisões e desvios ficam evidenciados nos comentários em anexo.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Saiba quais frutas ajudam no emagrecimento saudável

Algumas frutas dão a sensação de saciedade podem segurar a fome por duas horas.




Ameixa, morango, goiaba... São algumas das frutas que são aliadas para um emagrecimento saudável.
Muitas folhas na salada. Melhor ainda se o verde for bem escuro como na couve, na rúcula, no agrião, e no espinafre. Além das fibras elas têm as três substâncias capazes de controlar o cérebro:
“Uma é a vitamina B6, que melhora o seu estado de humor, o magnésio que fala com o seu cérebro para ele ter calma nas decisões e o ácido fólico que é uma vitamina antidepressiva”, explica Patrícia Alves Soares, nutricionista.
Cuidado com o mamão, a melancia, o abacaxi, a uva e a banana. Estas frutas têm poucas fibras solúveis e muito açúcar.

Fonte:Jornal Hoje.Edição do dia 07/01/2010.
Disponível em:http://g1.globo.com/jornalhoje/0,,MUL1438270-16022,00-SAIBA+QUAIS+FRUTAS+AJUDAM+NO+EMAGRECIMENTO+SAUDAVEL.html

domingo, 1 de novembro de 2009

MÉTODOS PARA FIBRA DIETÉTICA: Codex Alimentarius


Estão em fase final os trabalhos (step 7) do Comitê de Nutrição e Alimentos para Fins Dietéticos Especiais (NFSDU) do Codex Alimentarius Comission - tratando de "Métodos para Fibras Dietéticas". Essa Lista de Métodos, que está na pauta da próxima reunião do Comitê (Dusseldorf, 2 a 6 Nov 2009), vem sendo produzida por um Grupo de Trabalho comandado pela França, com a participação da Austrália, Argentina, Brasil, Canadá, México, Nova Zelândia, Suécia, Reino Unido e EEUU, bem como da AAF, AIDGUM, CIAA e ILSI. Tal documento pode ser encontrado em:

Espanhol:
https://docs.google.com/fileview?id=0B8x2WjTZOiDVN2E5N2Q3ODEtNTVhMy00MDcwLWE2ZmMtZDc1NjYzMWE5ZDQ4&hl=en

Inglês:
https://docs.google.com/fileview?id=0B8x2WjTZOiDVZjdkYmJiYjAtYmQ2Yy00Y2I1LWE0MWMtODZmYWFkZDU2OTQ1&hl=en

domingo, 24 de agosto de 2008



Nutracêutico: do definir ao regulamentar
Revista RioPharma - Ano XI- número 47

jan/fev 2002
CRF, Rio de Janeiro.
OPINIÃO

Luiz Eduardo Carvalho e Mirian Ribeiro Leite Moura *

Definir antes de Normatizar

Quais são e como agem os Nutracêu-ticos? Isso nos perguntam consumidores e estudantes. Estes últimos, algumas vezes acrescentam uma terceira pergunta: "dá para me emprestar tudo que você tem sobre isso?". As perguntas são diretas e objetivas, expressando a expectativa de que assim sejam também nossas respostas, além de curtas e imediatas.

No caso, e para esse tipo de público, uma primeira resposta poderia ser algo como: "nutracêutico é um termo que vem sendo usado para um conjunto de substâncias que se situam numa faixa cinzenta, entre comida e remédio, entre nutriente e medicamento, compreendendo não apenas nutrientes tradicionais, como vitaminas, sais minerais, aminoácidos ou ácidos graxos poliinsaturados, mas também não-nutrientes como as fibras, além de uma ampla gama de substâncias que parecem contribuir para a prevenção ou mesmo cura de doenças, como o licopeno do tomate, o resveratrol do vinho, os fitoesteróis da casca da uva, os lactobacilos vivos e os anti-oxidantes, que podem estar presentes, ou não, em alimentos - então, muitas vezes, por isso denominados alimentos funcionais - sendo que os mecanismos de ação não estão, na maioria dos casos, plenamente conhecidos, baseando-se as afirmativas mais em dados epidemiológicos do que em ensaios bioquímicos ou fisiológicos".

O problema é que essa extensa resposta - além de conduzir a um mundo de subjetividades e contradições, típicas daquela área cinzenta, não bem delimitada, onde os nutracêuticos se situam - até pode atender a uma efêmera e preliminar curiosidade de consumidores, mas não sustenta, nem orienta, as medidas que devem ser tomadas pelos profissionais envolvidos com a questão, que devem, pelo menos, regulamentar a fabricação, a rotulagem e a propaganda destes produtos.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008